segunda-feira, 27 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

sexta-feira, 17 de março de 2017

A precisar reduzir os níveis de stress? Coma mais fruta e vegetais


Se o seu dia-a-dia é muito stressante, saiba que deve comer mais fruta e vegetais para tentar reduzir os níveis de stress. Esta é a sugestão de um estudo australiano que concluiu que consumir cinco a sete porções de fruta e vegetais ao longo do dia baixa os níveis de stress psicológico, especialmente nas mulheres.

O estudo, publicado na revista British Medical Journal Open, indica que as pessoas que consomem cinco a sete porções de fruta e vegetais diariamente têm 14% menos risco de stress do que as que consomem zero a quatro porções. Sendo que no caso das mulheres, comer cinco a sete porções de fruta e vegetais diminuía o seu risco de stress em 23%.

Apesar de demonstrar que basta um consumo diário moderado de fruta e vegetais para ter níveis mais baixos de stress psicológico, o estudo realizado pela Universidade de Sidney destaca ainda que por cada vegetal ou fruta extra que adiciona ao seu prato, reduz os níveis de stress em 5%.

Segundo reporta o Hindustan Times, para este estudo a equipa de investigadores analisou mais de 60 mil australianos com 45 ou mais anos de idade e mediu o seu consumo de fruta e vegetais, bem como fatores de estilo de vida e stress psicológico (onde se teve também em conta a ansiedade e a depressão) entre 2006 e 2008 e em 2010.

As conclusões deste estudo surgem pouco depois de um outro estudo ter sugerido que comer dez porções de fruta e vegetais por dia ajuda a viver mais e melhor.

Informação retirada daqui

terça-feira, 7 de março de 2017

Biografia de D.Tomás de Melo Breyner

Médico de D. Carlos I e 4.º conde de Mafra.

Nasceu em Lisboa, em 2 de Setembro de 1866; 
morreu na mesma cidade em 24 de Outubro de 1933.

Filho segundo dos 2.os condes de Mafra, e irmão mais novo do 3.º conde, Francisco de Melo Breyner, que morreu em 1922, foi 4.º conde por autorização de D. Manuel II no exílio. 

O pai tinha sido comandante do batalhão de caçadores 5, de que os reis de Portugal desde D. Pedro IV eram comandantes honorários, sendo no Castelo de S. Jorge, quartel do batalhão, que Tomás de Melo Breyner nasceu. Estudou no Colégio Académico Lisbonense, tendo frequentado a Escola Politécnica e posteriormente a Escola Médico-Cirúrgica de  Lisboa, no Campo de Santana, tendo sido interno dos hospitais nos últimos anos do curso.

Especializou-se em França, tendo concorrido em 1893 a médico do hospital de S. José, ano em que foi nomeado médico da real câmara por D. Carlos I.  Nestas funções acompanhou a rainha D. Amélia a Paris em 1894, e a rainha viúva D. Maria Pia a Itália em 1901. 

Em 1897 foi como secretário do Dr. Sousa Martins ao Congresso sobre peste bubónica que se realizou em Veneza. Em 1903 representou Portugal no Congresso Internacional de Medicina de Madrid, em em 1905 no realizado em Paris. Em 1906 o Congresso reuniu-se em Lisboa e D. Tomás de Melo Breyner foi eleito secretário da comissão executiva.

Foi deputado na legislatura de 1906-1907, e director de serviço clínico nos Hospitais Civis de Lisboa.

Casou em 1894 com Sofia Burnay, filha mais nova dos 1.os condes de Burnay, tendo tido nove filhos.


Fontes: 
Enciclopédia Portuguesa e Brasileira;

segunda-feira, 6 de março de 2017

Powerpoint sobre Primeiros Socorros - Suporte Básico de Vida


Biografia de Ernesto Rodolfo Hintze Ribeiro

n.      7 de novembro de 1849.
f.       1 de agosto de 1907.

Doutor em direito pela Universidade de Coimbra, sócio efectivo da Academia Real das Ciências, ministro de Estado, deputado, par do Reino, chefe do Partido Regenerador, etc.

Nasceu em Ponta Delgada a 7 de novembro de 1819, faleceu em Lisboa a 1 de agosto de 1907. Era filho de Manuel José Ribeiro. Matriculou-se na universidade, e depois dum curso dos mais brilhantes, em que recebeu vários prémios, doutorou-se em 14 de julho de 1872. Pouco depois abriu banca de advogado na terra da sua naturalidade, onde exerceu esta profissão até 1877, ano em que partiu para Lisboa, dedicando-se também à advocacia. Entrando na política, filiou-se no Partido Regenerador, cujo chefe era então Fontes Pereira de Melo, e foi pela primeira vez deputado em 1878, eleito pelo círculo da Ribeira Grande, prestando juramento na sessão de 24 de janeiro de 1879. O discurso que proferiu na câmara, defendendo a sua eleição, afirmou brilhantemente os dotes e qualidades de orador, que tão alto lugar lhe deviam dar entre os mais distintos parlamentares do seu tempo. Versando todas as questões com um tino raro, analisando todos os assuntos com notável proficiência, Fontes Pereira de Melo começou a distingui-lo, confiando-lhe importantes comissões parlamentares de que se desempenhou com o maior critério e inteligência. Caindo o ministério regenerador e subindo ao poder o partido da fusão (históricos e reformistas) presidido por Anselmo Braamcamp, foi novamente deputado, pela oposição, continuando a afirmar na câmara os seus brilhantes dotes de polemista. Apresentou diferentes projectos de lei, relativamente ao distrito de Ponta Delgada.

Os seus triunfos parlamentares e a ponderação com que apreciava as questões que se debatiam, o indicaram para o governo do país, e no ano de 1881, tendo caído o gabinete progressista em seguida aos acontecimentos produzidos pelo tratado de Lourenço Marques, foi chamado ao poder o partido regenerador, e sendo António Rodrigues Sampaio encarregado de organizar ministério, convidou Hintze Ribeiro para gerir a pasta das obras públicas, para que foi nomeado em 21 de março desse ano; por motivo da saída do ministério o conselheiro Miguel Dantas, dirigiu interinamente a pasta dos estrangeiros, desde 29 de abril seguinte, de que foi exonerado em 14 de novembro do mesmo ano, sendo nesta mesma data nomeado outra vez ministro das obras públicas, no gabinete, também regenerador, que se organizou sob a presidência de Fontes Pereira de Melo, de que teve a exoneração em 21 de dezembro seguinte. Na sua gerência das obras públicas apresentou em Cortes diversas propostas de lei, de verdadeira utilidade, entre as quais se contam: a aprovação do contrato provisório com a casa Henry Burnay & C.ª, em 7 de maio de 1881, para a construção e exploração duma linha férrea de Lisboa a Sintra e a Torres Vedras; autorização do governo a contratar directamente, e sem dependência de concurso, o lançamento de qualquer linha telegráfica submarina, que partindo do continente de Portugal ou da ilha da Madeira, e dirigindo-se à América, ou a qualquer ponto do globo tocasse em alguma ou em algumas ilhas dos Açores; a criação de mais três lentes no Instituto Agrícola de Lisboa; a aprovação do plano da organização do serviço florestal; a aprovação do plano da organização do curso de comércio do Instituto Industrial de Lisboa; autorização para o governo executar no espaço de cinco anos, as obras necessárias para o alumiamento e balizagem dos portos e costas marítimas do continente do reino e ilhas adjacentes, etc. 

Foi ministro dos estrangeiros interino em 21 de maio e 1 de setembro de 1883, respectivamente exonerado em 31 de maio e 25 de setembro do mesmo ano. Transferido para a pasta da fazenda em 24 de outubro de 1883, e exonerado em 20 de fevereiro de 1886; dirigiu interinamente a pasta das obras públicas desde 24 de outubro de 1883 até 3 de dezembro do mesmo ano. A sua passagem pelo ministério da Fazenda foi assinalada com a remodelação fazendária e a organização dos serviços aduaneiros, há muito tempo reclamados pela opinião. Por carta régia de 1 de janeiro de 1886 foi nomeado par do Reino, prestando juramento e tomando posse na respectiva câmara na sessão de 15 desse mês. Na câmara alta sustentou se sempre desassombradamente na oposição, sendo um dos adversários mais terríveis do Partido Progressista. Tendo falecido Fontes Pereira de Mello em Janeiro de 1887, o Partido Regenerador escolheu para seu chefe o conselheiro António de Serpa Pimentel, e no ministério constituído em Fevereiro de 1890, sob a sua presidência, entrou Hintze Ribeiro para a pasta dos estrangeiros, então bem difícil de dirigir, por causa do conflito anglo-português, do ultimato da Inglaterra de 11 do mês de janeiro antecedente, doloroso sucesso que obrigara a pedir a demissão o ministério progressista, que então estava no poder, presidido pelo conselheiro José Luciano de Castro. Esta mesma questão diplomática fez também cair em Agosto o ministério regenerador, constituído em Fevereiro, assim como o ministério apartidarismo presidido pelo general João Crisóstomo de Abreu e Sousa, que se organizou em Junho de 1891, depois de grandes dificuldades, e da queda de outros gabinetes, que se não puderam sustentar. 

Em 18 de dezembro de 1891 foi Hintze Ribeiro nomeado conselheiro de Estado efectivo, pela vaga deixada pelo antigo estadista Carlos Bento da Silva, falecido nesse ano. Em 1893, António de Serpa Pimentel, sentindo-se doente e cansado, conhecendo a preponderância que Hintze Ribeiro tinha já no partido regenerador e a sua grande ascendência sobre os seus correligionários, declinou o convite para formar ministério, e indicou o grande estadista para presidente do conselho Neste ministério, que se organizou em março do referido ano de 1893, além da presidência, encarregou se também da pasta dos estrangeiros, conservando-se no poder até 17 de fevereiro de 1897. Neste gabinete também geriu a pasta da fazenda desde 20 de dezembro de 1893 até 7 de fevereiro de 1897; voltando interinamente à dos estrangeiros, em 10 de setembro de 1895, de que foi exonerado em 20 de setembro de 1896. Falecendo em março de 1900 António de Serpa Pimentel, assumiu a chefia do Partido Regenerador o conselheiro Hintze Ribeiro, isto é, reconhecido oficialmente nessa qualidade, pois que a sua chefatura era já um facto. Nesse ano de 1900 teve o encargo de organizar o ministério, a que presidiu, tendo também a pasta dó reino, sendo exonerado em 1904. Novamente foi encarregado de constituir gabinete, em abril de 1906, sendo o presidente do conselho e ministro do Reino. Este ministério teve curta duração, conservando-se apenas cinquenta e sete dias. Apresentou ao parlamento a lei que resolvia a questão dos tabacos, questão que motivara a queda do ministério progressista e a cisão dada nesse partido, donde se formou o grupo dos dissidentes. Dois factos se deram então, que lhe causaram enorme desgosto; foi a insubordinação, em 8 de abril, da guarnição do cruzador D. Carlos, ancorado no Tejo, e a do dia 13 da guarnição do couraçado Vasco da Gama, factos da maior gravidade ocorridos a bordo dos mais poderosos navios da nossa marinha de guerra, que pôs em sobressalto a população de Lisboa, e teve dolorosas consequências, promovendo violentos ataques contra Hintze Ribeiro de toda a imprensa, tanto republicana como monárquica; o outro facto, foi depois das eleições, efectuadas a 29 de abril, com cujo resultado sofreu um grande choque, a manifestação que na noite de 4 de maio se deu na estação do Rossio à chegada do dr. Bernardino Machado, em que se deram lamentáveis acontecimentos que obrigaram a policia a intervir violentamente. As medidas rigorosas que então tomou contra os revoltosos, que foram muito mal recebidas, e a carta que o rei D. Carlos lhe escreveu sobre esse assunto, e negando-lhe o adiamento das Cortes, que ele solicitara, o desanimaram completamente, e vendo-se sem forças para reagir, apresentou a demissão do ministério, sendo então encarregado de organizar novo gabinete o conselheiro João Franco. 

Hintze Ribeiro era um dos vultos mais prestigiosos da política portuguesa, apreciado no país e no estrangeiro, onde recebeu as mais cativantes provas de estima e simpatia, numa viagem que já havia empreendido a algumas das primeiras capitais da, Europa, para descansar e tratar da sua saúde abalada pelo excesso de trabalho. Depois de deixar o poder pela última vez, sentiu-se bastante doente, e entrando em convalescença, fez uma viagem ao estrangeiro para se distrair, mas a ferida que recebera no seu amor-próprio de homem político, fora tão profunda que nunca cicatrizou. Regressando, ainda tomou parte nos debates parlamentares, atacando a orientação política do seu sucessor, mas a vida já se lhe ia extinguindo. Tendo falecido o conde de Casal Ribeiro, que era seu amigo íntimo, quis, apesar do seu melindroso estado de saúde, acompanhá-lo ao cemitério do Alto de S. João. Foi, mas pouco depois do cadáver ter entrado no jazigo, Hintze Ribeiro caiu fulminado ao encaminhar-se para a porta do cemitério. A imprensa política de todos os partidos, até mesmo os que lhe eram mais adversos, lhe prestaram as maiores homenagens, publicando saudosos artigos em frases sentimentais, lastimando tão grande perda para a política portuguesa. Hintze Ribeiro possuía as mais altas distinções, e entre elas o Tosão de Ouro e as grã-cruzes da Torre e Espada, da Legião de Honra, e da ordem dos Serafins. 

Escreveu: 
A teoria e legislação do recambio, 1870; Os fideicomissos no direito civil moderno (comentário aos artigos 1866 a 1874 do Código Civil Português), 1812; O caso julgado, em face do direito português e da filosofia do direito, 1872; A reforma da legislação comercial, 1877; A questão Salamanca, 1882; Reorganização dos serviços das alfândegas, 1885; A questão da fazenda, 1888; Questões parlamentares, 1888. Responsabilidades na questão de fazenda, discurso proferido na Câmara dos pares do reino nas sessões de 31 de maio e 1 de junho de 1888. O regíme da divida portuguesa, discurso proferido na mesma câmara nas sessões de 23 e 25 de abril de 1898. Entre outras biografias de Hintze Ribeiro indicaremos a que foi escrita em inglês pelo sr. Simões Ratola.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 1 de março de 2017

O que nunca deve fazer quando está com prisão de ventre


A obstipação é um problema intestinal frequente, sendo mais comum entre as mulheres. A dificuldade em defecar pode surgir pelos mais variados motivos, mas jamais deve ser desvalorizada, especialmente quando se prolonga por vários dias.

A médica gastroenterologista Lee Ann Chen revela que “a obstipação severa não só é muito desconfortável, como pode também bloquear o cólon, o que pode implicar tratamentos mais invasivos do que apenas os laxantes”. E por falar em laxantes, quantos mais se tomar, maior é a probabilidade de agravar a prisão de ventre.

À revista Women’s Health, a especialista uniu-se a outros médicos para revelar tudo aquilo que as pessoas jamais devem fazer quando estão com prisão de ventre e um dos primeiros alertas diz respeito à alimentação. Diz o corpo clínico contactado pela revista que nestas alturas deve-se evitar ao máximo o consumo de alimentos processados, não só pode serem pobres em fibra, mas também por possuírem poucos nutrientes e muita gordura, sal e açúcar.

O consumo de álcool e cafeína é também de evitar, pois não só provocam desidratação, como também inibem a hormona anti-diurética, fazendo com que a dificuldade em defecar dê origem a uma vontade constante em urinar. E quando mais líquidos se perdem, mais agressivos serão os sintomas de prisão de ventre. De acordo com a publicação, o consumo de lacticínios deve ser igualmente enviado, mesmo quando não existe uma intolerância à lactose.

A prática de exercício físico é fundamental e, por isso, as pessoas jamais devem escapar ao treino quando estão com prisão de ventre, uma vez que precisam de uma maior fluidez da corrente sanguínea e um melhor funcionamento do Organismo.

Joann Kwah, professor assistente no Centro Médico de Montefiore, nos Estados Unidos, diz ainda que os suplementos de ferro e cálcio devem ser evitados perante episódios de prisão de ventre, uma vez que podem agravar ainda mais a situação.

Informação retirada daqui

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